POIS É
Vive reclamando que não acha o par
mas vai pro bar com as menores das saias
se expõe e não quer ser vista
esta de bobeira na pista
Sua imagem é tudo
mas a beleza sofre com o tempo
e logo se vê o conteúdo nulo
uma cabeça de isopor
ou mula sem cabeça
seu sorrido vende uma carcaça podre
um corpo tentador
que leva ao abismo sem volta
que revolta
ao ver desperdício de rosto
tomar esse caminho
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
QUANDO ELA VEM ME VISITAR
Será que todas as vezes será preciso
estar a beira do precipício
pra evoluir mentalmente
viver em paz e bem comigo?
A revolta e conflito
andando perdido
vencendo e perdendo
e tendo o violão como amigo
Nesse ritmo, andando na linha
pegando carona no vagão sem sentido
sem algum objetivo
sentido o vento no rosto
e sem sentimentos partidos
desço nessa estação
em meio ao deserto
sou sombra de minha alma
e com toda calma
de meu mal me despeço
em estado de libertação
sim, não há mais conflito
nem algo difícil
a tempestade já passou
e agora ficou
um ar de alivio
...
convivo com a lembrança
um retrato de recordação
não sinto peso nem perdão
da saudade fiz um quadro
do choro reguei os olhos
que agora brilham
observando o vasto horizonte
eu ainda nem comecei
a viver
muito pouco escrevi um livro
minha árvore vai florescer
eu estou sozinho
mas quem não esta?
da janela vejo a multidão a passar
eles passam
Mário me disse que eles passaram
e eu passarinho
então melhor um na mão
do que dois voando
pelo celestial azul marinho
Será que todas as vezes será preciso
estar a beira do precipício
pra evoluir mentalmente
viver em paz e bem comigo?
A revolta e conflito
andando perdido
vencendo e perdendo
e tendo o violão como amigo
Nesse ritmo, andando na linha
pegando carona no vagão sem sentido
sem algum objetivo
sentido o vento no rosto
e sem sentimentos partidos
desço nessa estação
em meio ao deserto
sou sombra de minha alma
e com toda calma
de meu mal me despeço
em estado de libertação
sim, não há mais conflito
nem algo difícil
a tempestade já passou
e agora ficou
um ar de alivio
...
convivo com a lembrança
um retrato de recordação
não sinto peso nem perdão
da saudade fiz um quadro
do choro reguei os olhos
que agora brilham
observando o vasto horizonte
eu ainda nem comecei
a viver
muito pouco escrevi um livro
minha árvore vai florescer
eu estou sozinho
mas quem não esta?
da janela vejo a multidão a passar
eles passam
Mário me disse que eles passaram
e eu passarinho
então melhor um na mão
do que dois voando
pelo celestial azul marinho
domingo, 20 de janeiro de 2013
Quem sou?
Sou meu próprio inimigo
quando não enfrento meus medos
e deixo de lado meus sonhos
quando erro e não me domino
quando não persisto e desisto
eu sou meu inimigo
quando perco o controle
e deixo sair palavras de raiva
ou me silêncío no momento exato
meu espírito livre se acovarda
eu vejo no espelho
uma face mal acabada, amedrontada
não minto
eu sou meu inimigo
quando deixo de ser
quando não quero fazer
quando minto e me engano
quando tentado ao pecado caio
e não me levanto
meu negativo me arrasta ao abismo
me mostra que sou meu próprio inimigo
se não sigo o caminho
eu me perco, sozinho
mas quem vence seu inimigo
não teme o perigo
sou eu amigo
sou eu sem conflitos
não posso deixar vencer meu egoismo
eu me pergunto
Quem sou?
Sou meu próprio inimigo
quando não enfrento meus medos
e deixo de lado meus sonhos
quando erro e não me domino
quando não persisto e desisto
eu sou meu inimigo
quando perco o controle
e deixo sair palavras de raiva
ou me silêncío no momento exato
meu espírito livre se acovarda
eu vejo no espelho
uma face mal acabada, amedrontada
não minto
eu sou meu inimigo
quando deixo de ser
quando não quero fazer
quando minto e me engano
quando tentado ao pecado caio
e não me levanto
meu negativo me arrasta ao abismo
me mostra que sou meu próprio inimigo
se não sigo o caminho
eu me perco, sozinho
mas quem vence seu inimigo
não teme o perigo
sou eu amigo
sou eu sem conflitos
não posso deixar vencer meu egoismo
eu me pergunto
Quem sou?
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Linda Morena
sorriso encantador
seu cartão de visita
que na mente fica
e faz bem
pele morena de olhos negros
linda e seu longo cabelo
contra o vento
marca um retrato no tempo
apreciando seu rosto
beleza que invade
é obra de arte viva
iluminada pelo sol da tarde
seu perfume fica
quando você parte
seu amor aquece
quem te ama de verdade
sorriso encantador
seu cartão de visita
que na mente fica
e faz bem
pele morena de olhos negros
linda e seu longo cabelo
contra o vento
marca um retrato no tempo
apreciando seu rosto
beleza que invade
é obra de arte viva
iluminada pelo sol da tarde
seu perfume fica
quando você parte
seu amor aquece
quem te ama de verdade
sábado, 12 de janeiro de 2013
AQUELA NOITE
compartilhando amizades
em sua cabeça hospedo minhas ideias
somos conectados por razões e emoções
e dívidimos as mesmas tristezas amarela
nossas precisosas lagrimas de felicidade
poucos verão nessa pequena cidade
nessa noite que cantamos frente ao banco
nem o frio quis atrapalhar o canto
e todos os problemas apagados
cortando o silencio da madrugada
nossas vozes roucas querem apenas
um lugar na multidão para sonhar
amanhã é outra história
viva é sorria agora
de cara e violão cantando a canção
Assinar:
Postagens (Atom)