...
Não
há mais por que e por quem continuar. O amor morreu em nós pouco a pouco como
quando a poesia é depauperada de versos. Quero que as lembranças, os cheiros,
tudo possa estar dilacerado nos instantes de um passado. Quero também que não
dê notícias. Sim, não dê. Serei uma ausente eterna do que construímos e do que
prometemos um ao outro. Se quiser, jogue-me fora de sua vida. Eu posso estar
sujeita a uma contaminação extremamente nociva ao seu ser. Siga o seu caminho
que seguirei o meu, pois estou decidida a ir embora de você.
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