...
O que eu sinto sem você - aqui - é estranho, é
discrepância do destino. Dói meu corpo, machuca meu coração e destrói, aos
poucos, a clandestina alma dessa minha pessoa. O que eu sinto sem você é
irracional. Não adianta explicação. Só sei que estou presa dentro de minha
própria liberdade. E esse silêncio seu confesso que me incomoda demasiadamente.
Não sei se não fala por não saber ou prefere mantê-lo a resultar decepções, ou
ainda se não mais me quer. Não mais me quer. Não mais. Será?! Não tenho dúvida.
Pois a cada dia eu me conheço pela ausência sua, e nada mais me espanta. É. Nem
minha morte.
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